«Cessem as
palavras e falem as obras. De palavras estamos cheios, de obras vazios»
Sto. António
de Lisboa [e Pádua]
Do
presente
«Fui das pessoas
que acharam que a criação do euro, mesmo se não foi muito bem feita, foi um
passo para a ideia de uma Europa de um tipo novo. É verdade que isso trouxe
consequências, não apenas positivas mas consequências negativas, mas a verdade
é que eu imagino muito mal o que é que seria outra vez sairmos do euro
[…] estamos
na Europa e é na Europa que nós nos salvamos ou nos perdemos todos
[…] o país já
não tem domínios, outros sítios para onde ir»
e
do futuro
«Portugal sairá
da crise económica […] tem atrás dele quase 900 anos de país independente
[…] Um país
que tem este passado não tem razão para estar em pânico»
disse
Eduardo Lourenço.
O que na boca de uns são
poias, e não merecem senão esgares, na boca de outros é a quinta-essência da
reflexão, do raciocínio. Mas, com mais ou menos competências, de utrários não
passam.

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