«O regime, na realidade, acabou. […] O mais preliminar
analfabeto, quando lhe falam da nossa falência institucional, faz profissão de
fé na democracia e cita devotamente Churchill. Raras são as cabeças que
percebem a natureza irremediável do que desde 2011 nos sucede: Portugal não
voltará a ser o que era em 2005.»

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