26 de maio de 2013

Baderna instalada

«O que Miguel Sousa Tavares chama ou não ao Presidente não engorda, não emagrece, não paga contas, nem impostosA verdadeira dignidade consistiria em não o ouvir».
A minha opinião é a de Vasco Pulido Valente. Sem tirar ou acrescentar.

Miguel Sousa Tavares é [mais] um medíocre [um pouco acima da média] que para começar teve a sorte de ser filho de quem é. Convenhamos que a “progenitura” pode não ser nada, mas pode ser muito e até pode ser tudo. No que lhe concerne, acho, para começar, que foi o bastante; o resto tem sido a conjugação de uma série de factores [dos mais diversos em género e número] e nos quais está inclusa, por exemplo, a “cota” a que se encontra a fasquia.
Se não fizesse a mais pequena ideia de quem é MST e se pretendesse aferir a qualidade do ente [do que é capaz ou não, até onde pode ir ou não], bastar-me-ia ter-lhe ouvido a encomiástica, venerada e agradecida «aúrea» que, disse ele, Álvaro Cunhal detinha.
MST não passa de um dandy. É um Elliot Templeton [que tão bem e minuciosamente Somerset Maugham descreveu em «O fio da navalha»].
Se ao sucedido [tomou a dimensão que tomou apenas e só porque um jornal lhe deu capa] acrescentarmos a “prosa” facebookeana [respeitosa, ponderada, didáctica, pedagógica e fundamentada] de Sérgios Sousa Pinto, Lellos, Ascensos e outros capatazes está tudo visto.  Tudo espécimes de uma fauna que cada vez mais prolifera no ecossistema e que se destacam por serem especializados em nada e vagas ideias sobre tudo. Gente deste calibre é capaz de tudo. Na minha opinião nem é o que dizem/chamam ou deixam de chamar que confere a qualidade: é a “importância” que lhes é conferida.
A ética e a moral, explícita ou subliminar, às acusações, juízos,... as palavras de todos esses  palhaços (sem aspas, claro) é a moral do urso depois de abocanhar um favo de mel.

Nota
É abusivo [a partir da leitura deste post] supôr que “diabolizo” MST para “incensar” Cavaco Silva, o Presidente da República. Não [apesar de nele ter votado e sem olhar para os lados]. Mas que o Presidente da República, anos a fio, desperdiçou [de isso aqui deixei nota(s)] oportunidades de ao menos contribuir para “desinfectar” o ambiente, desperdiçou. Portanto não se queixe, agora.

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