25 de abril de 2013

Melhor seriam «apanha-moscas»


Hoje [até à meia-noite] é o dia a seguir ao dia 24 de Abril e, por isso, o anterior ao dia 26. No calendário gregoriano é o quinto dia antes do término do mês que foi, dizem, de facto e simbolicamente, o da Primavera, por excelência. Dizem também que foi e que, hoje, nem sempre o é ... por “rebeldia” da Natureza que se terá resolvido pela não injunção dos factores climatéricos e metereológicos.

A SicN [didáctica e pedagogicamente] providenciou no sentido de nos dar a saber [pela voz da sua profissional, Anabela Neves, um veneno] quem, por lá [na sessão comemorativa], apareceu de cravo na lapela ou não.
Melhor só a apreciação do pediatra Semedo [do Bloco] que comentando o discurso de Presidente da República, o  qualificou como sendo um pronunciamento «de facção». E ainda muito melhor do que tudo o mais [teria de escrever «qual cereja no topo do bolo» que funciona sempre na língua ou pena de qualquer semi-alfabetizado como «o manto» que nunca foi/é  senão «diáfano»] é [por todas as razões e mais as que quiser imaginar] ler no pasquim dos apparatchicks do regime angolano que as «elites ignorantes e corruptas de Lisboa (...) preferem dar as mãos a gente de baixa categoria, que vive da mentira, da difamação e do embuste».

Assim sendo lastimo que, ao invés de proliferarem cravos, não proliferem «apanha-moscas». E que se revelassem tão eficazes com bípedes quanto o são com dípteros. «Democratas» destes… putas que os pariram!