26 de abril de 2013

Da prédica


Por não o ter ouvido nem em directo nem em diferido e instigado pelo chinfrim que se instalou depois de ter sido proferido, optei (quem quer fazer juizos sem embarcar nos soundbytes dos outros tem de proceder sempre assim) por  ler a “prédica” presidencial.
Nada fora da rotina; tudo em conformidade com as regras da gestão da «coisa» sem assustar os mansos, três  recados e duas prevenções. De novo, inédito, a requerer atenção redobrada ou cautela que «o-homem-está-disposto-a»... uma xaropada, enfim. Ou então é mesmo o que convém. 


Conclusão
Ao certo, continuarei sem saber se é a canalha que encharca os meios de propagação da vozearia que é em demasia, se é da eficácia dos prosélitos, propugnadores e outros que tais. Da efectiva inutilidade da verborreia dos primeiros à(s) consequência(s)  da inacção dos segundos, é tudo para ignorar. Por não ser verdade o que por aí está sendo copiosamente verberado.
O triste de tudo isto é que o Presidente, infelizmente, não merece melhor nem menos; o governo idem, aspas, aspas e a oposição [carmim, carmesim, borgonha, vermelha, rosa, etc…] … Se os anteriores valessem mais do que valem, tinham começado a quebrar a(s) espinha(s) aos últimos, há muito. Não lhes faltou tempo nem ocasiões. Porque não o fizeram nem fazem? Isso, tem outras explicações. Nenhuma é devida ao seu indefectível, inexcedível e inexpugnável apego à Democracia, tout court.