Abstraindo-nos
de tudo o resto*, recomenda a seriedade que seja reconhecido o seguinte
i. o
discurso de encerramento do congresso socialista foi bom
ii. desde
que dirige o PS, e pela primeira vez, Seguro está firme. As "provas" de i. e ii. começarão já a reflectir-se nas próximas sondagens
iii. de
ora em diante só a desonestidade intelectual e/ou o proselitismo partidário
podem levar a insistir na arenga de que não têm proposta(s) alternativa(s)
- a criação de uma sociedade gestora de capital de risco que conceda crédito a empresas de viabilidade económico-financeira garantida e com dívidas ao fisco, à segurança social -- 'Porque não transforma, o Estado, esses créditos em capital dessa empresa?'
- tratamento fiscal diferenciado para os capitais próprios na recapitalização das empresas
Esta,
a primeira [estocada], deixa o
touro combalido e a comprovação será feita, ou não, com a "substância" do briefing após reunião do Conselho de
Ministros da próxima terça-feira;
a
segunda será dada com a
realização da “convenção” [Estados Gerais] se a fizerem com todos os ademanes e
cumprimento de todas as regras. Tal qual fez Guterres.
a
terceira será dada pelos
eleitores nas próximas eleições autárquicas
Os socialistas a partir de hoje podem ciciar a Seguro «não tenhas pressa»
Os socialistas a partir de hoje podem ciciar a Seguro «não tenhas pressa»
* neste
regime e sistema o resto é imenso e tão importante ou mais do que as intenções,
anseios e propostas dos políticos. Vale para Seguro e para o PS como valeu para
Pedro Passos e para o PSD sobre quem ao ser eleito, há três anos, escrevi que as
minhas apreensões e dúvidas tinham mais que ver com os Relvas que enxameiam o
PSD do que com Pedro Passos Coelho. Me parece que agora já não sobejam dúvidas
quanto a isso.
