Leio que os “trabalhadores” da TAP se preparam
para emitir uma nota de débito
à restante sociedade de qualquer coisa
que, segundo nºs de especialistas, andará em roda dos 15 a 20 milhões de euros.
Diz quem sabe que a “luta” dessa casta
já causou a desistência de 20 mil passageiros e que, no limite, afectará 90 mil
passageiros.
Perante este exercício de absoluto desrespeito pelos demais concidadãos, desprezo
pela situação económico-financeira da empresa e do país e -- com excepção dos interessados
nos serviços da TAP nesse período que tiveram de optar por outra companhia --…
o gado preocupa-se com as entrelinhas
de um prefácio a um Roteiro que o PR,
por costume, escreve.
Mas de que se defendem de tão grave assim os
ditos “trabalhadores”? Creio saber que 1 – dos cortes salariais, 2 – da intragável sujeição
da empresa à concorrência
… tanto mais que a empresa, 3 – não recebe dinheiros públicos.
Em 1975, no PREC, os proletários da «cintura
industrial» e os «comités» dissimulados em «comissões de trabalhadores»
conseguiram sequestrar e exaurir o país de tal modo que um lustro depois estávamos,
mão estendida à caridade, às portas do FMI e Mário Soares a dar uma facada ao «verdadeiro
socialismo» do PS, enfiando-o na gaveta.
Sobre os cortes [que não admitem],
concorrência [que lhes é intolerável]
e dinheiro «da malta» [a que julgam ter direito]
… o melhor é ficar “calado”. Teria de escrever outro tanto se não mais, para
fazer de «privilégio» sinónimo de «chulice», «parasita», etc…
A plebe
a tudo isto se vai sujeitando sem tugir e pouco mugir.
Nota: como é óbvio subscrevo muito do que o António Maria escreve aqui
