«É preciso ter cuidado quando Deus solta um
pensador no planeta»
A
confrontação do [meu] sujeito com a «substância» da citação, suscita-me
--
conhecida a relação [nada amistosa] entre Adelino Maltez e Deus, pode ter
acontecido que Ele me [nos] atirou com mais uma antropomorfizada provação.
Hipótese pouco credível. A
ser provação, teria de questionar a sua
infinita Misericórdia.
Mais ou menos resolvida esta “apreensão” sobra uma outra [hipótese], que considero credível
Mete-se-lhe uma «ficha», dá-se-lhe um click e a criatura desata desabridamente… Haja depois quem o cale. De todas essas qualidades, honra lhe seja. Sendo boas nenhuma garante, por si, pensar bem e ainda menos agir. Se no fim do(s) excurso(s) fica algo no(s) destinatário(s), é outra questão.
Exactamente
assim ou nem por isso do que não tenho quaisquer dúvidas é que esta «trupe de
referenciais» (da qual faz parte, Zé Maltez), é exímia na arte da prestidigitação intelectual. E em
inúmeras ocasiões até conseguem soerguer-se e fazerem-se reconhecer vítimas do
próprio mainstream que os pariu, deu
regaço e amamenta.