Almerindo Marques, ex-presidente da Estradas de
Portugal (EP), admitiu que havia pressões do primeiro-ministro para adjudicar «mais
e mais obra
(…) O
primeiro-ministro pressionava as estruturas políticas, o secretário de Estado,
Paulo Campos, para me dar instruções a mim».
«Almerindo Marques contou ainda ter feito
alertas regulares por carta relativamente aos problemas de tesouraria da
Estradas de Portugal. Essas cartas foram enviadas aos secretários de Estado da
tutela (Paulo Campos das Obras Públicas e Costa Pina do Tesouro), mas também
aos ministros das Finanças e Obras Públicas (Teixeira dos Santos, Mário Lino e
António Mendonça). Almerindo Marques também não
isenta de culpas a instituição liderada por Oliveira Martins.»
A
dívida pública subiu com um ângulo de
ataque igual ou superior ao de um F-35. Dizem certos líricos que, com o
incentivo da UE, para atacar os efeitos recessivos na economia causados pelas
falências do Lehman Brothers, Freddie
Mac,…
E
se a ti´Ângela vos tivesse mandado atirar a um poço, iríeis?