Sobre
a Regra de
Ouro orçamental [0,5% de défice estrutural * conjugado com um máximo de 60%
de Dívida Pública em percentagem do PIB] que, hoje, irá ser aprovada
digamos que do lado de cá, tem de ser perspectivada dentro do «de preferência»
ou do «conquanto
seja possível». A não ser nessa(s) perspectiva(s)… talvez seja
melhor crer que um dia o homem viajará até Marte. Viajará porque o desejou. O
único senão é que não é por se dizer «o homem» que os homens lá irão, um dia.
Irão uns poucos, muito poucos; os demais ficam, cá por baixo, a babar-se com o
feito deles. Mais do que certo que sem outro proveito senão, esse mesmo, babar-se.
É
mais fácil dar de caras com o Iéti.
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tecnicamente, por cá, tem de ser lido «muitos anos com execuções orçamentais superavitárias»
