24 de janeiro de 2013

Qual é a pressa?

Meio assarapantado respondeu, perguntando, aos jornalistas António José Seguro. Se não duas, três vezes. E mais não disse ou avançou.
A fragilidade retórica e a incapacidade argumentativa, a falta de arcaboiço intelectual desta gente chega a dar pena. Roçam a infantilidade. O que seja que lhes apareça de forma inopinada é o bastante para se estatelarem ao comprido. Desde que não lhes seja propiciada oportunidade em ajustar-se ao roteiro é o desastre. A farófia d(est)a rapaziada é toda feita de ideias e palavras estereotipadas. Falta-lhes a vírgula e quando lhes falta a vírgula, vai-se a articulação de tudo o que não seja conforme à metralha oral. A consistência da fímbria discursiva é a do cuspo.

Sem comentários:

Enviar um comentário