Podia
lá ser?...vaguear por aí, pelos peristilos da web e continuar a desconhecer que este ano, de 2013, se comemora(m)
o centenário do nascimento de Álvaro Cunhal?! Não. Não sabia, mas sei agora.
Informação
importante? É óbvio que sim. Efeméride incontornável? claro. Ou não tivesse
sido esse indefectível
da IIIª Internacional; lídimo apóstolo
do internacionalismo virado a Leste; obreiro de Muros a Oeste e agora uma
trémula e iridiscente estrelinha pespegada no firmamento, «pedra» desta «democracia burguesa» que [a Oriana
Fallaci] “jurou” não permitir, fosse implantada em Portugal
[talvez um dos
momentos maus por que todos passamos mas, pelo sim pelo não, são estilhas a
obliterar do “espólio” e “testamento”]
Há quem esgrima argumentos, e dispêndio de babosa, na defesa de que «o mito e a democracia não acasalam». Discordo. Acasalam, pois. Mais as vezes que sim
do que… E mais ainda se quer o mito quer a democracia se escrevem, indiferentemente, com minúsculas. Não seria se acaso, o homem, não digerisse os maiores erros desde que
lhes orientem a vida. O resto… o resto é gado.
Uma data aniversária pode servir de instigação a muito e ao seu
contrário. A minha [sincera] homenagem
Excelentes leituras «para sair desse antro estreito»*
* Para
não ter protestos vãos,
Para sair desse antro estreito,
Façamos nós por nossas mãos
Tudo o que a nós diz respeito.
Façamos nós por nossas mãos
Tudo o que a nós diz respeito.
[…]
~
A Internacional ~
Hino

Sem comentários:
Enviar um comentário