quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Chegámos!

(…) As dificuldades com que Portugal se depara são resultante incontornável da  ligeira, laxista, madraça, irresponsável, não exigente, paroquial, ciclotímica, pusilânime, servil, ignorante [não confundir com analfabeta que a esses, respeito-os eu] atitude dos portugueses perante si e dos demais nos últimos trinta e dois anos; as dificuldades com que Portugal se debate são consequência de não estarem disponíveis nem capazes de retirar as devidas lições dos erros acumulados ao longo dos anos. Os portugueses nas últimas décadas foram manipulados e deixaram-se manipular. E continuam a ser manipulados. E com isso vivem alegremente apesar de uns quantos, mas breves, hiatos. (…)
escrevi eu em 4 de Maio de 2006

Não fazemos melhor por continuarmos a não ter condições para fazer o que tem de ser feito. Não a têm os representantes nem condições tem a sociedade para propôr o que seja: a tragédia é esta. A desgraça é o Estado. O Estado (vos) tem dado ou propiciado isto, aquilo e aqueloutro; o Estado (vo-lo) retirará. O que é fimícola, vicejou do/no lôdo jamais subsistirá fora dele. Se fomos consumptivos agora teremos de ser algo possidónios.
Foram inúmeras as vezes em que, por aqui, exclameivai ser pior”. Pois agora creio que chegámos ao ponto em que pior é impossível. Não temos solução. Ou de fora chega alternativa/solução ou isto vai dar merda. Vai mesmo!
 
acrescento agora.

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