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pois é. É assim: a proposta apresentada
pela CGTP
[expurgada da faramalha panfletária justificativa] é compreensível e sobretudo
razoável. Tão razoável que, ponto percentual acima ou abaixo, prescindir dela é,
face às presentes circunstâncias -- as de um absoluto estado de necessidade --,... uma tolice sem tamanho. Assim esteja o governo ao nível do requerido pela
situação o que, antecipo, não faz parte das minhas expectativas.

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ResponderEliminarSr.Anónimo
ResponderEliminarem primeiro lugar quero avisar que o meu blog não está aberto a pessoas sem nome. Será a última vez que aceito e publico comentários seus;
em segundo lugar, e apenas pelo trabalho que teve a escrever o comentário, chamo-o a atenção para um detalhe:
escrevi que «ponto percentual acima ou abaixo, prescindir dela é, face às presentes circunstâncias -- as de um absoluto estado de necessidade --,... uma tolice» ou seja que deveria ser tomada pelo governo como documento de trabalho."
Quanto à sua dúvida no que respeita ao meu juizo sobre a "racionalidade viver no Portugal que a Inter defende" só prova que o amigo, de meu apenas leu este post. Assim não fosse e a alusão ou dúvida não existiria.
Cumprimentos
P.S.: veja lá se tira o BI e volte.