É assim. Estamos assim. Sem a pretensão da perfeição ou da isenção de culpa me parece que é “ou vai ou racha”. Quem vem, vem; quem não vem, fica pelo caminho E passe bem.
Tarde. Tarde certamente. Mas, bem portuguesmente, «mais vale tarde do que nunca».
Afirmo-o tão convictamente que, no pior dos cenários, não teria a menor das vacilações na escolha entre os benefícios da «zona de conforto» ou o “desconforto” de um reinício [coisa que pensando bem também é desafio que depende, e muito, do que se pretende da vida] aproveitando a oportunidade que seria sempre o direito de circulação dentro do espaço de Schengen.
Como alguém muitíssimo rico respondeu um dia ao perguntarem-lhe porque gastava o filho tanto dinheiro e ele não
«Filho de um pai rico é o meu filho, eu não»
Ora para o que há muito deixei de estar disponível é para que, parte considerável dos meus rendimentos, deixem de ser administrados por quem os ganha e passem compulsivamente para a administração de terceiros. Pior… sem que, as justas contrapartidas (benefícios), sejam notórios ou permitam alimentar ilusões de uma “reforma” (estatuto que pretendo nunca ter de conhecer) descansada.
Há quem, miseravelmente, coloque questões desta índole ao nível do bitaite – foi o caso da insinuação ordinária, malévola que Freitas do Amaral fez ao referir-se a Angela Merkel, pejorativamente, por luterana. Bitaite esse que constato, em círculos diminutos [detalhe que não é despiciendo e cuja explicação está na “dificuldade” em fazer determinados estudos de teor diferenciado como é, por exemplo, (caso de iniciados, imberbes ou “neófitos”) estudar Max Weber] está, digamos, a fazer “jurisprudência”.
Nesta justa medida e dimensão não se tratando pois de Fé mas de prática, manteria incólume a Fé e sentir-me-ia em termos de praxis, e de raciocínio, mais aconchegado, more embebed, plus engagé.
Subscrevo. E acho piada aos que por aí gritam: - Ai Jesus, que nos vão tirar a soberania, que vão decidir por nós lá para os lados de Berlim. Pois que decidam por lá, já que as decisões tomadas por cá resultaram nesta pocilga.
ResponderEliminarAbraço.
F.Castelo