domingo, 9 de outubro de 2011

Os gajos não querem nada

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ou querem mas com “folclore” à mistura ou apenas “folclore”.
Li, e vi na tv, que uns patuscos (a sul, na zona de influência da EN125) resolveram  -- apesar das imensas dificuldades que proclamam ter com combustíveis, oficinas, vistorias periódicas dos popós e das turus  -- descapitalizarem-se um tanto mais numas iniciativas que designam por marchas lentas (de indignados motorizados) ou seja 1 - os “protestantes” apostam na probabilidade (baixinha, diga-se) de aparecerem nas tv´s e se tiverem oportunidade de largar uns arrotos biliosos tanto melhor, 2 - os organizadores de terem os seus 15 segundos de fama e ainda 3 – presumo que muitos deles não lhes passa pela cabeça estarem (inconscientemente, claro) a fazer o frete a forças políticas [quero dizer oposição, sem excepçãouns (PC e BE) porque sim e aos outros (PS) porque convém] que apostam forte nisso (não o confessando, evidentemente). Folclore!
porque se quisessem, de facto, obter resultados palpáveis (sabem-no melhor do que eu) têm à mão opções (de longe) mais baratas, menos trabalhosas, menos incomodativas e/ou prejudiciais para quem nada tem ou quer ter que ver com a bravata e muito mais efectiva. Como?! simples: sem alarde, os “organizadores” convencem todos os “utentes” a que, a partir de um dia determinado e a uma hora combinada, ninguém deixe de utilizar a SCUT não a pagando. Mas todos. É aqui que bate o ponto: na dificuldade em concretizar este propósito. Porquê? porque os patuscos têm consciência que são efectivamente cobardes até aos ossos e muito dificilmente procedem senão em matilha. Não poucas vezes o escrevi: borram-se todos se não em matilha. Como os mabecos, aliás.

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