quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Cerejas fora d’ época (II)

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Há lá maneira de apreciar a efectiva inconsequência dada a saber, ontem, na “caixa” de um jornal «Refer faz frente à tutela e defende contratação de boy socialista» sem que se lhe anexem necessários juízos de valor e avançar processos de intenção? Haver, há...
O boy é Mendonça Mendes -- cujo mérito profissional e curriculum vital é ser mano de Ana Catarina Mendes, deputada socialista e mulher do famoso político republicano, epigrama vivo à ética, Paulo Pedroso -- que foi contratado apesar das fortes contenções, das restrições e dos cortes cegos exigidos pela tutela v.g. ministro.
Isto é comentável? É! se se começar pela constatação da ausência de autoridade de um ministro e se não nos coibirmos de fazer os respectivos juízos de valor. Estes terão de ser muitos, sequenciais portanto todos no mesmo sentido (que é único)… E não se encontra quem arranje maneira de providenciar a permissão à inversão de marcha ou seja um Estado não cativo. Um Estado.

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