«Durante quase dez meses desapareceram das instalações da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da Polícia Judiciária (PJ), uma dezena de telemóveis, pelo menos quatro computadores portáteis e duas máquinas fotográficas. Algum deste material, nomeadamente o informático, teria conteúdos ainda não peritados pelas equipas de inspectores policiais e das finanças. O último roubo, ocorrido há pouco mais de uma semana, incidiu sobre equipamento que, supostamente, continha matéria (em fase de investigação) relativa a dois bancos - Banco Português de Negócios (BPN) e Banco Privado Português (BPP). Pedro do Carmo, director nacional adjunto da PJ, desconhece o conteúdo do material furtado, salientando, contudo, que "não continha informação relativa a investigação criminal".»
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