sexta-feira, 26 de agosto de 2011

É só banga!

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Bernard-Henri Lévy, que não deve nada [como bem sabe ,quem sabe quem ele sempre foi e é] à contenção e ao exibicionismo, foi a Tripoli, encontrou-se e falou  com os “rebeldes” (os da linha da frente) como se fosse beber um copo, ao fim da tarde, ao bar do casino.
E isso interessa alguma coisa?
Não interessa de facto, mas interessa-me para o caso.
A questão é:
-- se assim foi/é  por que vão os “porta-microfones”/ os “enviados especiais” das nossas tv´s, com  indumentárias tipo Humphrey Bogard/Katharine Hepburn [nas filmagens de The African Queen nas bordas da selva austral africana], e se espojam  pelo chão [como se fossem descer o rio Congo há 70 anos atrás] … para quê?!
Já agora:
-- E vai à conta do OE, na rubrica Indemnizações Compensatórias, ou via Taxa de TV (compulsiva) na conta da energia eléctrica, não é?!
... considerando os custos, que envolvem essa heróica gesta jornalística (de esses relativos Robert Frisk de fancaria ou seja em edição de bolso e 50 páginas), para manter os cidadãos informados com a chancela da reconhecida isenção lusa e porque não seria fácil justificar a ausência, face às exigências e necessidades informativas dos portugueses que está, consabidamente, assaz preocupado com o desenlace do conflito,… ora, considerando estes factores, sou eu que sou mesquinho!
Que isto é um lugar pejado de garnizés, bonzos e sebáceos v.g. artistas, nunca tive a mais pequena dúvida. E se a tivesse estava, ou teria estado, enganado.

1 comentário:

  1. E o que é que eles fariam à roupa fashion que compraram ao Coronel Tapiocca?

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