L'auteur imagine la France en 2040.
Sous l'emprise de l'islam, devenu majoritaire et proclamé religion d'Etat, avec application de la charia. Un groupe de chrétiens se lance dans la résistance armée. Chudinova, qui ne mâche pas ses mots (sem papas na língua), a profité de son succès pour déclarer qu'elle «préférerait vivre sous occupation américaine» pourtant «l'une des pires situations» à ses yeux, «plutôt que dans une Russie où les musulmans auraient établi le califat.»
Na sequência da publicação do livro, o Nouvel Observateur a parlé de Emil Cioran -- intelectual (filósofo e escritor) romeno radicado em França desde 1937 -- qui avait donc déclaré en 1987 que dans 50 ans Notre-Dame serait une mosquée. Faites le calcul
1987 + 50 = 2037
Pour Elena ce sera pour 2048, mais je rappelle qu'elle avait pour obtenir ce chiffre inversé les deux chiffres de 84, en référence à 1984, roman bien connu d' Orwell, puisqu'elle considère l'islam comme le communisme d'alors. Bem mas isto já é uma diversão de contornos mais ou menos cabalísticos que serve(m) para encher pneus e pôr papalvos a olhar para o balão. Por cá, pouca ou nenhuma atenção se dá a coisas destas -- nem a comunicação social quanto mais os que gravitam completamente absortos destas temáticas. Era apenas mais um livro de uma tremendista (a explorar o medo das multidões) e que, por detrás,
teria uma qualquer força ou organização oculta.
teria uma qualquer força ou organização oculta.Certo é que a edição deste livro não deveria ter sido razão para tanto bulício e incómodo – Elena Chudinova foi inúmeras vezes censurada. Ainda hoje há vídeos impossíveis de ser visualizados por terem sido censurados. Por exemplo aqui.
Em 1980, Dominique Lapierre e Larry Collins deram á estampa uma obra de ficção, Le cinquième cavalier (O quinto cavaleiro) -- editado no ano seguinte, em Portugal, pelo Círculo de Leitores -- em que a Besta é personificada por Kadhafi
A trama (premonitória?) é em redor da chantagem – “dou-lhe trinta e seis horas para fazer evacuar pelos israelitas as suas colónias selvagens em território palestiniano” -- feita a Jimmy Carter. Caso as exigências não sejam satisfeitas, uma bomba nuclear -- algures em Nova Iorque – está pronta a ser detonada ... em vez de aviões a despenharem-se contra as Twin Towers ou contra o edifício do Pentágono.
... umas tantas omissões
que mais tarde levam a que, outras tantas bestas comuns, possam dizer-se "perplexas", "atónitas", "admiradas", "indignadas" ou ainda outras quantas interjeições que (pelo exercício sistemático e de propósito firme em prol da desvalorização da palavra) querem dizer uma pouca de merda.
Omissões de relatos como este
«Imagem dos distúrbios em Paris amplia a rejeição dos russos a árabes e negros (...) Não se passa um dia em Moscovo sem que a onda de violência que sacode a França seja abordada pelos meios de comunicação, pelos políticos e durante os jantares na cidade.(...) Aqueles que fizeram a viagem até Paris - são cada vez mais - dificilmente recuperam do que viram: "Tantos africanos, tantos árabes!" (...) "Ainda bem que o ministro do Interior se prepara para os expulsar: isso irá acalmá-los" (...)»
da repórter, em Moscovo, do Le Monde - Marie Jégo que não está por aí à mão e que, ainda por cima, já é dos idos de 2005. Depois ... depois digam que não sabiam, que são acções da(s) extrema(s)-direita(s), da(s) direita(s), dos sionistas, ... tretas a que, parece saber-se!, até já Fidel tem rebuço em recorrer.

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